Atacante do Barcelona diz que esperava ao menos estar no top 3 e destaca títulos, números e impacto na temporada 2024/25
Raphinha comemora gol pelo Barcelona — Foto: AFP
Após a vitória do Barcelona por 4 a 1 sobre o Copenhague, pela Champions League, Raphinha falou abertamente sobre a disputa da Bola de Ouro referente à temporada 2024/25. O atacante brasileiro, que terminou apenas na quinta colocação, afirmou que acreditava merecer o prêmio entregue a Dembelé, do PSG.
Em entrevista ao Sofascore, o jogador revelou incômodo com o resultado final da premiação e destacou que sua temporada deveria ter sido mais valorizada no processo de escolha.
"— Fiquei chateado. Esperava estar pelo menos entre os três primeiros. Eu teria me colocado em primeiro lugar. Um prêmio individual não pode ser baseado em apenas uma competição. Pelos títulos que conquistei, pelos números que alcancei e por tudo o que contribuí, acho que merecia ter ganhado. Mesmo assim, Dembélé e Lamine Yamal também tiveram temporadas espetaculares."
Números expressivos pelo Barcelona
Na última temporada, Raphinha disputou 57 partidas pelo Barcelona, com 34 gols e 22 assistências, desempenho que o colocou entre os jogadores mais decisivos do futebol europeu. Ainda assim, ele ficou atrás de Dembelé, Lamine Yamal, Vitinha e Salah na votação final da Bola de Ouro.
Elogios a Ancelotti e reconexão na Seleção
Além da premiação individual, o atacante também comentou sobre sua relação com Carlo Ancelotti na seleção brasileira. Raphinha destacou o impacto do treinador italiano no ambiente do grupo e elogiou sua forma de conduzir o trabalho.
"— Fiquei muito surpreso. A maneira como ele trabalha, como ele se mantém próximo dos jogadores… Faz uma enorme diferença. Com a chegada dele à Seleção, nos reconectamos".
Reconhecimento a Hansi Flick
Raphinha também fez questão de valorizar o trabalho de Hansi Flick no comando do Barcelona, afirmando que o técnico alemão teve papel fundamental no melhor momento de sua carreira.
Segundo o atacante, o treinador foi praticamente o responsável pela temporada mais consistente e produtiva que ele já viveu como jogador profissional.
Futuro longe da área técnica
Por fim, o brasileiro afastou qualquer possibilidade de seguir carreira como treinador após pendurar as chuteiras, citando a rotina intensa da função.
— Treinador? Nem pensar. A vida de treinador é muito exigente. Você chega antes de todo mundo, sai depois de todo mundo e praticamente mora em hotéis. Não é justo com a família — opinou.
Fonte – Jogo de Hoje 360°

